quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Receita com limão para combater queda de cabelo e aumentar volume

O limão é alcalinizante, afina o sangue, acelera o metabolismo e tem vitamina C.

É um excelente antioxidante que ajuda a combater o envelhecimento.

Quando tomado pela manhã em jejum, descongestiona e desintoxica o organismo.

É útil no combate às diversas patologias reumáticas e artríticas, além de aumentar a excreção de ácido úrico, ureia e ácido fosfórico.


Regenera os tecidos inflamados das mucosas, estimulando o funcionamento normal de todos os órgãos do aparelho digestivo.

Nas afecções gastrintestinais, os ácidos do limão destroem os germes e as bactérias nocivas que se libertam e contribuem para gerar ulcerações. Ainda combate as fermentações e os gases.

É amigo do pâncreas, expurga e tonifica o fígado e a vesícula.

Enfim, são vários os benefícios do limão.

Poderíamos escrever páginas e páginas sobre essa maravilhosa fruta.

Mas agora vamos falar do uso do limão num tratamento para queda de cabelo.

Para começar, vamos logo dizendo que este tratamento é sensacional.

Em pouco tempo, percebem-se os resultados: os cabelos param de cair, ficam brilhosos e o volume aumenta.

O melhor é que todo o processo é muito simples.

Comece lavando bem os cabelos.

Enxugue bem.

Depois parta um limão ao meio.

Você só vai usar uma das metades.

Vai passá-la (a parte interna!) no couro cabeludo, de forma que você espalhe o sumo do limão por toda a cabeça.

Espere agir de 20 a 30 minutos.

Depois lave e enxágue bem (muito bem mesmo!), com bastante água, para tirar todo o limão da cabeça.

Evite, por precaução, a exposição ao sol depois do tratamento (para não haver risco de queimadura).

Faça isso uma vez por semana.

Importante! Antes de fazer o tratamento, faça um teste: passe uma pequena quantidade no couro cabeludo e observe se ocorre reação alérgica.

A aprovação desse tratamento é alta.

A maioria dos que fazem o elogiam bastante.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Descoberta arqueológica desafia teoria da evolução

Tecido cerebral foi encontrado em sítio arqueológico na Noruega
por Jarbas Aragão



Este mês foram feitas duas descobertas arqueológicas que desafiam muito do que defende a Teoria da Evolução. O cientista cristão Mark Armitage foi demitido da Universidade Estadual da Califórnia (UEC), em Northridge (Estados Unidos), por questionar a idade dos dinossauros. Durante uma escavação no Estado de Montana, encontrou um chifre de Tricerátopo. Ao analisar o achado com um microscópio, encontrou tecidos moles na amostra.
A teoria de Armitage, que é criacionista, sempre foi que os dinossauros possuem milhares de anos e não 60 milhões de anos como os darwinistas acreditam. A descoberta de tecidos moles em um dinossauro deixou os membros do departamento de biologia da universidade e os estudantes espantados. Afinal, a presença desses tecidos leva a crer que os dinossauros viviam no planeta há relativamente pouco tempo. Contrariada, a UEC decidiu demiti-lo e o caso ganhou mais repercussão pelo que aconteceu com o pesquisador do que pelo achado em si.
Poucos dias depois, arqueólogos que trabalham na Noruega encontraram um esqueleto humano de 8.000 anos que pode ter partes do cérebro fossilizadas. O autor da descoberta, Gaute Reitan afirmou que “ainda é cedo” e que “precisa de ajuda neste estudo”.
Caso seja confirmado, o achado será um desafio significativo para os que negam a veracidade do dilúvio bíblico. A equipe de cientistas ligados à Universidade de Oslo, passou dois meses cavando em uma área de fiorde perto da capital. Conforme relatado pela Norwegian Broadcasting, eles desenterraram vários fósseis, incluindo restos de ossos antigos e outros materiais biológicos.
A surpresa maior veio quando eles notaram a presença de tecidos moles dentro de um crânio pequeno, que pode ser de uma criança. Outros esqueletos de adultos foram desenterrados no mesmo local. Reitan explica que os métodos de datação indicam que as amostras retiradas nas primeiras escavações, incluindo os restos de cérebro, têm cerca de 8.000 anos de idade. São, portanto, a descoberta mais antiga de esqueletos na Escandinávia e pode ensinar muito sobre como viviam os habitantes da região neste período.
Brian Thomas, cientista do Instituto de Pesquisas da Criação (ICR), diz que somente o método de datação segundo a cronologia bíblica permitiria que isso acontecesse. “A narrativa bíblica sobre o que ocorreu após o dilúvio fornece as condições únicas necessárias para mineralizar órgãos macios antes que os tecidos se desintegrem totalmente”.
Thomas afirma ainda que o achado dos noruegueses é semelhante a uma descoberta de 2010, quando remanescentes cerebrais foram encontradas no fóssil de um macaco africano que teria supostamente 1.900.000 anos de idade. Estas descobertas, argumenta Thomas, não concordam com o calendário evolutivo.
“Segundo o quadro bíblico”, escreveu Thomas, “os fósseis encontrados tanto neste sítio arqueológico norueguês quanto no africano foram enterrados depois do dilúvio. Eles teriam, portanto, menos de 4.500 anos de idade”. Com informações Christian News e Live Science

"a palavra de DEUS liberta"